Global Newsletter #102 Virar para Comunidades

Monday, December 15, 2025 by Extinction Rebellion

Uma foto de um grupo de pessoas a posar juntas ao ar livre. A maioria daspessoas segura bandeiras ou cartazes, incluindo uma bandeira daXR.

Foto: XR Medellin

Cara Rebelde,

O oitavo valor da Extinction Rebellion é evitar culpar e envergonhar. Por outras palavras, "Nós vivemos num sistema nocivo, mas a culpa não é de ninguém em particular." As nossas principais reivindicações são por mudanças que precisam de ser feitas por aqueles que detêm o poder. Por isso, há quem diga que a XR acredita que a maioria das pessoas não tem qualquer responsabilidade em relação à crise climática e que esperamos que os governos e as empresas façam a coisa certa por conta própria.

Gostaríamos de esclarecer este ponto. Evitar culpar e envergonhar não significa tolerar o uso de combustíveis fósseis ou o consumismo desenfreado. Significa compreender que nem todos têm dinheiro para comprar um veículo elétrico ou a flexibilidade de ir de bicicleta para o trabalho. Significa estender a mão em vez de apontar o dedo. Significa procurar a união em vez da divisão.

Se os membros da XR não sentissem qualquer responsabilidade pessoal, não haveria razão para este boletim informativo. Em vez disso, verás que as pessoas de todo o mundo estão a optar por se unir nas ruas das suas cidades e a exigir as mudanças a que aqueles que detêm o poder resistem. Verás Equatorianos a celebrar o poder das suas próprias vozes e Peruanos a defender as suas terras. Verás cidadãos a votar em políticos locais que defenderão os nossos ecossistemas e a denunciar aqueles que não o fazem. Terás a oportunidade de ler o novo guia da XR Global Support sobre sobrevivência, resiliência e comunidade. E esperamos que te sintas inspirado, nas palavras do nosso Oitavo Valor, a "abraçar a mudança que cria unidade na diversidade."


Este boletim informativo é oferecido pela XR Global Support, uma rede mundial de rebeldes que ajudam o nosso movimento a crescer e precisam de dinheiro para continuar este trabalho crucial.

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Acções em Destaque

Vozes de la Selva - Vozes da Selva

Uma foto de quatro pessoas a posar juntas, sorrindo e segurandocartazes.

Foto: XR Medellin

A 30ª Conferência das Partes (COP) foi controversa mesmo antes de começar. Como seria de esperar, a COP30 foi promovida como um farol de cooperação climática, no entanto acabou por se tornar um evento amplamente divisivo. Durante meses, uma poderosa onda de resistência tem vindo a formar-se na América Latina, com comunidades indígenas e grupos da linha da frente a juntarem-se à XR sob a bandeira "Vozes de la Selva" para exigir que as suas vozes sejam colocadas no centro de todas as decisões climáticas. As flotilhas fluviais nos Andes equatorianos, os carnavais climáticos liderados por jovens no Chile, os bloqueios de estradas na Colômbia e no Peru e as comunidades locais a marchar pelo local da COP30 são exemplos ousados de acções unidas por exigências partilhadas pela verdadeira justiça climática. E mesmo com a COP30 já encerrada, o movimento não perdeu força. As ações continuam por toda a região, estando já previstas mais para os próximos meses. Um lembrete para todos nós: a verdadeira justiça climática não pode acontecer sem as pessoas que protegem a terra.

Novembro, 2025 | Bolívia

Uma foto de duas pessoas a falar para microfones. Estão ao lado e emfrente a uma grande faixa com os dizeres "la tierra Amazonica sana sinvenenos sin transgenicos, sin mineria".

Foto: XR Bolivia

Mais uma vez, o povo vê-se traído por um governo que esconde a destruição por detrás da falsa promessa de "desenvolvimento", sacrificando vidas e territórios em benefício de interesses poderosos. Em meados de Novembro, os rebeldes na Bolívia juntaram-se a membros de mais de sessenta outras organizações para lançar uma acção nacional não violenta em defesa daquilo que nunca deveria estar ameaçado: o direito constitucional a um ambiente saudável.

Mas o governo Boliviano está a tentar fundir o MMAyA (Ministério do Ambiente e da Água) com o Planeamento Rural, insistindo em manter Oscar Mario Justiniano como chefe da política ambiental. Justiniano tem ligações declaradas ao agronegócio e à desflorestação. Assim, os manifestantes percorreram as ruas de La Paz transportando cartazes e exibindo um "buffet" simbólico de produtos locais, cada item perfurado com seringas vazias para ilustrar os métodos agrícolas não naturais e prejudiciais que em breve poderão tornar-se realidade para os Bolivianos. Realizaram também um protesto pacífico em frente ao Ministério da Economia e Finanças, oferecendo fruta aos guardas como gesto de união. Mais ações estão planeadas. Mesmo perante a incerteza, o povo Boliviano mantém-se unido na proteção do ambiente, consciente de que o seu futuro é indissociável da terra. Segue a XR Bolívia aqui.


Novembro 2025 | Amazónia, Peru

Uma foto de um grupo de pessoas que segura uma longa faixa na orla de umafloresta tropical. A faixa diz: "creemos culturasregenertivas".

Foto: XR Peru

Nas últimas semanas, a Extinction Rebellion Peru (XR Peru) voltou a chamar a atenção para a crescente crise enfrentada pelas comunidades indígenas na Amazónia Peruana. Através da iniciativa "Voces de la Selva", a XR Peru destacou histórias de comunidades em regiões como San Martín e Loreto, locais sob forte pressão devido à apropriação ilegal de terras, às atividades extractivas e à expansão de monoculturas industriais, como as plantações de palma de óleo. Numa publicação recente no Instagram, o grupo incentivou um público mais vasto a ouvir as perspetivas dos líderes indígenas, dos anciãos e dos habitantes locais que veem a floresta não como um recurso a explorar, mas como uma rede viva que sustenta as suas culturas, meios de subsistência e identidades.

Esta ação é importante porque as consequências são enormes. Na última década, a expansão implacável do cultivo de palma de óleo na Amazónia provocou a desflorestação generalizada, a degradação dos ecossistemas e a deslocação de comunidades inteiras. Em muitas áreas, incluindo os territórios tradicionais das comunidades indígenas, as florestas primárias foram destruídas para dar lugar a plantações, muitas vezes com pouco respeito pelos direitos daqueles que ali viviam há gerações, muitas vezes com pouco respeito pela lei.

Para as comunidades indígenas e tradicionais, a floresta é a fonte de alimento, água, medicamentos, identidade cultural, memória e ligação espiritual com os seus antepassados. A perda da floresta traduz-se na perda de meios de subsistência, de conhecimentos ancestrais e de biodiversidade, bem como na quebra dos laços sociais e espirituais transmitidos de geração em geração. A iniciativa "Vozes da Selva", da XR Peru, realça isso mesmo: a floresta não tem de ser urbanizada, ela precisa de ser compreendida. A ação da XR Peru dá voz aos povos indígenas ao partilhar testemunhos em primeira mão e reformular a narrativa sobre o "desenvolvimento", contribuindo para um movimento vital de resistência e solidariedade.

November 2025 | Medellin, Colômbia

Uma foto de um grupo de pessoas de pé numa sala grande com pisovermelho. No chão, existe uma grande áreacircular.

Foto: XR Medellin

Em Medellín, no dia 8 de Novembro de 2025, a Extinction Rebellion Colômbia (XR Colômbia), juntamente com apoiantes locais, celebrou um evento emocionante descrito como uma "Celebração da Vida e Canções para a Água". Através de rituais, música e encontros, o evento procurou reafirmar a água como sagrada, vital e comunitária, contrariando a visão da água como mera mercadoria, recurso ou infraestrutura. O encontro serviu tanto como um gesto simbólico como um apelo à protecção da água e dos ecossistemas, honrando a profunda ligação entre as pessoas, a natureza e o futuro da vida. Isto ressoa com um princípio mais amplo da XR: os cursos de água não são recursos passivos, mas relações vivas que merecem cuidado. Apenas alguns dias depois, de 20 a 22 de Novembro, os esforços do XR Colômbia cruzaram-se com um evento nacional histórico: o Congreso Internacional de Gobernanza Cultural para la Paz: Voces Trenzando Territorios em Cali. Este congresso reuniu mais de 600 representantes de comunidades, organizações sociais e culturais, instituições públicas e do meio académico. O seu objectivo era construir uma nova estrutura para a governação cultural, a democracia e a paz na Colômbia, enraizada na diversidade das culturas comunitárias e na expressão popular.

Durante esses dias em Cali, os participantes envolveram-se em diálogos, intercâmbios artísticos, workshops comunitários e mobilizações territoriais sob temas como a escuta, a construção da identidade coletiva e a mobilização pelos direitos culturais. O resultado será um pacto nacional, também conhecido como "Manifiesto Nacional por las Culturas Populares, los Derechos Culturales y la Gobernanza Cultural", que visa moldar as políticas públicas e reconhecer as comunidades culturais como atores centrais no futuro da Colômbia. A participação e o alinhamento da XR Colômbia com este congresso sinalizam um forte reconhecimento, enfatizando que a justiça ambiental e climática não pode ser separada da justiça cultural, da memória comunitária, da identidade e da inclusão social. A Colômbia continua a lidar com a degradação ambiental, a insegurança hídrica e as desigualdades históricas ligadas à marginalização cultural. Acções como estas ajudam a mudar as narrativas dominantes de abordagens extrativistas e exploratórias para outras enraizadas no respeito pela vida, pela comunidade, pela memória e pela inclusão.


Actualização de Acção

Novembro, 2025 | Ecuador

Dando seguimento à nossa reportagem no boletim informativo do mês passado, os rebeldes da XR no Equador celebram uma grande vitória, uma vez que o público votou esmagadoramente contra a instalação de bases militares estrangeiras e uma alteração da Constituição Equatoriana. A proposta do Presidente Noboa de estabelecer uma base militar dos EUA nas ilhas Galápagos alarmou os ambientalistas, dado que o arquipélago alberga mais de 20% da biodiversidade mundial. Muitos temiam que uma alteração à Constituição permitisse o aumento do extrativismo. O Equador foi a primeira nação do mundo a reconhecer os direitos da natureza, como consta na sua Constituição de 2008. No entanto, a dependência económica da mineração de ouro, cobre e petróleo significa que as áreas ambientalmente sensíveis e os territórios indígenas ainda estão ameaçados. Modificar a constituição terá sido um significativo retrocesso, numa altura em que o nosso planeta clama por um avanço.


XReadiness - Criar Comunidade Agora

Uma família de ouriços.

A última coisa de que alguém precisa agora é de preparativos paranóicos e alertas apocalípticos. É por isso que um grupo de rebeldes de todo o mundo se juntou para criar um guia diferente. Notámos que muitos materiais governamentais incentivavam a preparação para emergências, mas omitiam a maioria dos detalhes sobre o que isso realmente significa. E vimos muitos sites de preparação que assumiam que, acontecesse o que acontecesse, estaria sozinho no seu bunker privado a comer pêssegos em lata. Nada disto é muito útil para a maioria das pessoas (se tiveres um bunker, isto não é para ti). Claro que também estamos preocupados em viver a crise climática e outras situações de emergência que dela possam surgir, mas vemos isso como um momento para nos prepararmos construindo comunidade agora, para antes da crise e para depois da crise, quando quisermos reconstruir de forma diferente e muito melhor.

Com estes objectivos, criámos um manual prático que visa ajudar as pessoas a preparar-se para qualquer eventualidade, incluindo listas de verificação simples, acionáveis e adaptáveis que indivíduos, famílias e grupos podem utilizar para estarem mais preparados no dia a dia. Todos os componentes estão disponíveis gratuitamente para leitura no site e também para download para grátis. Os pacotes impressos também estão disponíveis para encomenda (óptima ideia para oferecer!). E pode saber mais sobre o projeto aqui.


Notícias Positivas

Após a desastrosa tempestade na Jamaica, a energia solar surge como um ponto positivo.

No final de Outubro, o furacão Melissa devastou a Jamaica. Após o desastre, grande parte da ilha ficou sem energia elétrica devido a cabos de energia derrubados e danificados. Mas alguns moradores tiveram sorte. Muitos jamaicanos com painéis solares tiveram energia elétrica imediatamente após a tempestade e puderam ajudar os seus vizinhos, oferecendo espaços para armazenar alimentos perecíveis e medicamentos, bem como a possibilidade de telefonar a familiares. Num país propenso a furacões, a energia solar está a aumentar a resiliência das comunidades a tempestades como o furacão Melissa. Leia a história completa aqui e saiba mais sobre os esforços de ajuda aqui.


Despacho de uma Cidade perto de Ti

A C40 representa uma coligação de 97 cidades, quase mil milhões de pessoas em todo o mundo, que trabalham para reduzir as emissões de combustíveis fósseis em 50% até 2030, construir resiliência climática e promover a justiça na ação climática. A C40 trabalha para ajudar as cidades a estabelecer e a alcançar metas climáticas ambiciosas. Em locais como os Estados Unidos, que têm actualmente uma administração federal hostil à acção climática, redes como a C40 oferecem um espaço útil para as cidades trabalharem no sentido de atingirem metas climáticas cruciais. As recentes eleições subnacionais nos Estados Unidos mostram que muitos estados e cidades estão empenhados em mitigar os danos climáticos. Saiba mais aqui.


Humanos da XR

Uma imagem a verde de uma vela acesa dentro de uma ampulheta, num suportecurto. Claramente, a intenção é sugerir o logótipo daXR.

Berta Cáceres era uma activista Hondurenha pelos direitos à terra, pertencente ao povo Lenca, que foi assassinada em 2016 por forças ligadas a um polémico projeto hidroelétrico ao qual se opunha. Nascida em 1971 em La Esperanza, uma cidade rural, a mais alta das Honduras, Berta herdou da mãe, que era parteira, um forte sentido de justiça social e solidariedade, e já era politicamente ativa na adolescência. Durante a universidade, no início dos seus 20 anos, co-fundou o Conselho de Organizações Populares e Indígenas das Honduras (COPINH) para se opor à exploração ilegal de madeira e a projetos de extração apoiados pelo governo, incluindo minas e barragens hidroelétricas em território Lenca ambientalmente sensível ou sagrado.

O seu compromisso apaixonado com a protecção da terra e dos direitos indígenas estava enraizado na sua experiência de vida e num sentido de sobrevivência e dignidade da comunidade, e não em teorias ecológicas abstractas. Após um golpe militar apoiado pelos EUA em 2009, a violência contra os activistas nas Honduras aumentou drasticamente, especialmente contra os povos indígenas. Os tribunais emitiram mandados de captura contra Cáceres por duas vezes, e ela foi forçada a esconder-se durante longos períodos. Apesar da tensão na sua vida familiar, a mãe de quatro filhos sempre considerou a maternidade uma fonte de força, e não um obstáculo ao seu trabalho político.

A campanha de maior destaque que ela liderou foi contra a mega-barragem de Agua Zarca, no rio Gualcarque. Seria o maior projeto hidroeléctrico da América Central, interrompendo o fornecimento da principal fonte de água potável e para irrigação da comunidade local. Após anos de protestos pacíficos sem efeito, os activistas ocuparam o estaleiro de construção em 2013. Isto atraiu uma enorme atenção dos media e finalmente forçou as empresas de engenharia e os investidores internacionais a retirarem-se do projecto, alegando preocupações com violações dos direitos humanos.

Em 2015, Cáceres ganhou o Prémio Ambiental Goldman, o "Nobel Verde", que homenageia activistas de base em todo o mundo. Ela disse, numa frase memorável: "Devemos empreender a luta… onde quer que estejamos, porque não temos outro planeta de reserva ou substituto. Só temos este, e precisamos de agir".

Ela sempre soube o quão perigoso era o seu trabalho e, em Março de 2016, foi assassinada. Enquanto as homenagens se multiplicavam, o seu assassinato provocou também a indignação global, culminando na condenação dos atiradores e expondo como poderosos interesses corporativos e políticos são cúmplices na criminalização de activistas e na supressão dos direitos humanos. Berta Cáceres é recordada como uma defensora destemida cujo heroísmo continua a inspirar rebeldes em todo o mundo até aos dias de hoje.

Uma foto de Berta Cáceres sentada numa pedra, a olhar por cima do ombro ea sorrir para a câmara.


Imperdível!

The Snake and The Whale

Um poster do documentário The Snake and theWhale.

Imagem: The Snake and the Whale

Este fascinante documentário de 98 minutos aborda um problema criado pelos humanos e a recusa de uma pequena e poderosa minoria em resolvê-lo. O filme desenrola-se lentamente, acompanhando a investigação do jornalista e realizador John Carlos Frey, e torna-se cada vez mais revoltante e tragicamente comovente. As orcas residentes do sul do Pacífico Noroeste alimentam-se de salmão, mas estão a morrer de fome porque a população de salmão foi dizimada por quatro barragens no Baixo Rio Snake. Esta questão persiste, e várias organizações locais, incluindo grupos indígenas, estão a trabalhar para esclarecer a iminente, mas evitável, extinção destas orcas. O filme retrata indivíduos inspiradores que dedicaram as suas vidas ao estudo e à defesa das baleias. Estes especialistas perceberam que o problema estava muito acima da fonte e trabalharam incansavelmente para compreender as complexidades das barragens, dos rios, da energia hidroelétrica e dos ciclos de vida do salmão. Este filme premiado deverá ajudar a divulgar a situação das orcas a um público mais vasto e a aumentar a pressão sobre os políticos locais para a remoção das barragens. Ainda não lançado em circuito comercial, está a ser exibido em todo o mundo. Acompanhe aqui as novidades.


Uma Segunda Vista de Olhos

Um coração azul com várias flores brancas no seuinterior.

Como deixar de financiar combustíveis fósseis mudando para um banco ético

Dando continuidade à nossa busca para sensibilizar as pessoas para o financiamento de combustíveis fósseis por parte dos bancos, resgatámos um post de blog de 2020 dos nossos arquivos. Cinco anos depois, este artigo continua tão actual como antes, revelando o quão profundamente as instituições financeiras se mantêm no apoio a sectores que impulsionam a crise climática. O artigo expõe como a maioria dos bancos financia abertamente os combustíveis fósseis e apela às pessoas para assumirem o controlo do seu dinheiro. Incentiva a mudança para bancos éticos que investem em energia renovável e projetos sustentáveis, oferecendo um guia ousado de cinco passos para fazer uma diferença real.


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Sobre a Rebellion

Extinction Rebellion é um movimento descentralizado, internacional e politicamente não-partidário que usa a ação direta não-violenta e a desobediência civil para persuadir os governos a agir de forma justa em relação à Emergência Climática e Ecológica. O nosso movimento é feito de pessoas de todos os sectores da sociedade, contribuindo de formas diferentes com o tempo e a energia que podem dedicar. Temos um ramo local muito perto de ti, e adoravamos ter notícias tuas. Participa …or considera fazer uma doação.